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    <dcterms:title><![CDATA[<a href="/items/browse?advanced%5B0%5D%5Belement_id%5D=50&advanced%5B0%5D%5Btype%5D=is+exactly&advanced%5B0%5D%5Bterms%5D=Quem+ama+sofre%2C+quem+sofre+luta%2C+quem+luta+vence%3A+da+conjugalidade+entre+travestis+e+seus+maridos.">Quem ama sofre, quem sofre luta, quem luta vence: da conjugalidade entre travestis e seus maridos.</a>]]></dcterms:title>
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    <dcterms:description><![CDATA[<a href="/items/browse?advanced%5B0%5D%5Belement_id%5D=41&advanced%5B0%5D%5Btype%5D=is+exactly&advanced%5B0%5D%5Bterms%5D=Este+estudo%2C+desenvolvido+entre+os+anos+2009+a+2011%2C+buscou+conhecer+e+analisar+alguns+elementos+que++organizam+a+rela%C3%A7%C3%A3o+de+conjugalidade+entre+as+travestis+e+seus+maridos.+Durante+dois+anos%2C+estabeleceu-se+um+regime+de+acompanhamento+de+tr%C3%AAs+casais+que+vivem+na+regi%C3%A3o+metropolitana+de+Porto+Alegre%2C+envolvendo+entrevistas+e+observa%C3%A7%C3%A3o+participante.+Foi+poss%C3%ADvel+perceber+o+complexo+jogo+de+ades%C3%A3o+e+resist%C3%AAncia+ao+modelo+heteronormativo+de+conjugalidade%2C+produzindo+uma+agon%C3%ADstica+de+forte+tens%C3%A3o.+Dois+elementos+se+destacam+nas+estrat%C3%A9gias+de+alian%C3%A7a+entre+esses+casais%3A+certa++circula%C3%A7%C3%A3o+de+atributos+de+masculinidade+e+feminilidade+entre+as+travestis+e+seus+maridos+e+um+conjunto+de+disposi%C3%A7%C3%B5es+que+ordenam+a+vida+sexual%2C+reificando+as+tradicionais+expectativas+de+g%C3%AAnero+e+evitando+performances+que+possam+lembrar+a+rela%C3%A7%C3%A3o+das+travestis+com+seus+clientes+na+prostitui%C3%A7%C3%A3o.">Este estudo, desenvolvido entre os anos 2009 a 2011, buscou conhecer e analisar alguns elementos que  organizam a relação de conjugalidade entre as travestis e seus maridos. Durante dois anos, estabeleceu-se um regime de acompanhamento de três casais que vivem na região metropolitana de Porto Alegre, envolvendo entrevistas e observação participante. Foi possível perceber o complexo jogo de adesão e resistência ao modelo heteronormativo de conjugalidade, produzindo uma agonística de forte tensão. Dois elementos se destacam nas estratégias de aliança entre esses casais: certa  circulação de atributos de masculinidade e feminilidade entre as travestis e seus maridos e um conjunto de disposições que ordenam a vida sexual, reificando as tradicionais expectativas de gênero e evitando performances que possam lembrar a relação das travestis com seus clientes na prostituição.</a>]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[<a href="/items/browse?advanced%5B0%5D%5Belement_id%5D=39&advanced%5B0%5D%5Btype%5D=is+exactly&advanced%5B0%5D%5Bterms%5D=Fernando+Seffner%0D%0A%0D%0A">Fernando Seffner<br />
<br />
</a>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:creator><![CDATA[<a href="/items/browse?advanced%5B0%5D%5Belement_id%5D=39&advanced%5B0%5D%5Btype%5D=is+exactly&advanced%5B0%5D%5Bterms%5D=Magnor+Ido+M%C3%BCller">Magnor Ido Müller</a>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Sociedade e Cultura]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:license><![CDATA[É permitida a reprodução e a exibição para uso educacional ou informativo, desde que respeitado o crédito ao autor original e citada a fonte (https://ecos.unb.br).Permitida a inclusão da obra em Repositórios ou Portais de Acesso Aberto, desde que fique claro para usuários esses “termos de uso” e quem é o detentor dos direitos autorais, o Laboratório de Educação, Informação e Comunicação Saúde (ECoS).Proibido o uso comercial. Permitida a criação de obras derivadas,desde que respeitado o crédito ao autor original. Essa licença é compatível com a Licença Creative Commons (by-nc-sa).]]></dcterms:license>
    <dcterms:language><![CDATA[Português]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Artigo]]></dcterms:type>
    <dcterms:identifier><![CDATA[<a href="/items/browse?advanced%5B0%5D%5Belement_id%5D=43&advanced%5B0%5D%5Btype%5D=is+exactly&advanced%5B0%5D%5Bterms%5D=https%3A%2F%2Fdoi.org%2F10.5216%2Fsec.v15i2.22397">https://doi.org/10.5216/sec.v15i2.22397</a>]]></dcterms:identifier>
    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[SEFFNER, Fernando; MÜLLER, Magnor. Quem ama sofre, quem sofre luta, quem luta vence: da conjugalidade entre travestis e seus maridos. <strong>Soc. e Cult.</strong>, Goiânia, , v. 15, n. 2, p. 285-295, jul./dez. 2012.]]></dcterms:bibliographicCitation>
    <dcterms:coverage><![CDATA[<a href="/items/browse?advanced%5B0%5D%5Belement_id%5D=38&advanced%5B0%5D%5Btype%5D=is+exactly&advanced%5B0%5D%5Bterms%5D=https%3A%2F%2Frevistas.ufg.br%2Ffcs%2Farticle%2Fview%2F22397">https://revistas.ufg.br/fcs/article/view/22397</a>]]></dcterms:coverage>
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